June 2018

A Mala - de Caldelas a Braga, via Olossato e Zurique


24/03/2019

Não me considero escritor e tenho perfeita consciência das minhas várias limitações, entre elas destaco, o sofrível talento literário e narrativo. Diz o povo que
não deve o sapateiro, ir além da chinela e que cada um nasce para o que está destinado. Eu sou o primeiro a reconhecer que não fui moldado para a escrita, mas mesmo assim, isso não me impede de tentar deixar-vos alguns apontamentos, que foram escritos durantes vários anos sob diversos estados de espírito e aos solavancos, sem uma linha cronológica lógica, os quais, penso que deverão ser publicados ainda este ano para familiares e alguns amigos.

O resultado final de
"A Mala - de Caldelas a Braga, via Olossato e Zurique" deve ser encarado apenas como uma tentativa de um simples exercício de registar para a posteridade algumas memórias, expor algumas situações e pontos de vista muito pessoais, assim como deixar algumas pistas mesmo que veladas sobre algo do qual estou impedido de escrever.

Reconheço que gostaria de ser mais incisivo, chamar os bois pelos nomes, ser mais directo e ter aprofundado algumas situações que conscientemente omiti ou ficcionei e as quais tornariam certamente estes apontamentos bastante mais interessantes, apimentados, bombásticos, ou até mesmo explosivos. Contudo, optei por não o fazer para preservar a minha integridade física e mental e tentar ter também uma velhice mais descansada. O tempo se encarregará de
falar e de fazer justiça e será certamente implacável e o melhor dos juízes…

A classificação destes apontamentos, deixo-a ao sabor de quem tiver paciência para os ler...

O tempo se encarregará de "falar" e de fazer justiça e será certamente implacável e o melhor dos juízes…

Brevemente...

Info


Irá ser uma edição de autor limitada a 200 exemplares de 200 páginas.
Caso tudo corra como previsto, sairá ainda este ano…